Com juros mais baixos, cresce interesse por fundos de crédito privado

Com juros mais baixos, cresce interesse por fundos de crédito privado

23 de julho de 2020 0 Por Renato Ojima

Ao contrário do que muitos podem pensar, o investimento em renda fixa ainda pode ser vantajoso e oferecer segurança e rentabilidade a médio e longo prazo. Isso mesmo com as taxas de juros nos patamares mais baixos da história. A combinação de remuneração potencial com previsibilidade e menor volatilidade tornam os fundos de crédito privado cada vez mais atrativos e com prêmios cada vez mais vantajosos, inclusive no período de pandemia. Para encontrar as melhores opções do mercado, o investidor deve buscar uma gestora de recursos financeiros que combine experiência com uma vasta e diversificada carteira de clientes.

“A renda fixa é fundamental para a carteiras de investimento mais sofisticadas ou de varejo, mesmo em países em que as taxas de juros são mais baixas que a do Brasil. Ela é vantajosa por combinar um bom potencial de remuneração, mantendo a previsibilidade, para uma posição mais defensiva”, afirma Marcelo Castro Domingos, sócio-fundador da DLM Invista, em entrevista ao Money Lab.

Fundada em 2003, a DLM Invista acumula anos de experiência no mercado e gere recursos de forma independente. A empresa é especialista em investimentos que visam consistência para construir e proteger o patrimônio de seus investidores.

Médio e longo prazo

A DLM Invista tem opções em fundos de crédito privado voltado para ativos “high grade”, ou seja, de alta qualidade, com prazo de liquidez e características diversas, que contribuem para a composição das carteiras de investimento de médio e longo prazo.

Além disso, a gestora oferece estratégias voltadas para ativos de infraestrutura (debêntures incentivadas), com isenção de Imposto de Renda, e opções de investimento em crédito privado high grade no exterior.

Demanda por crédito privado
Domingos explica que, além da taxa Selic, as emissões dos fundos de crédito privado oferecidos na DLM Invista pagam um prêmio consistente que torna os investimentos interessantes: “Hoje o CDI está muito baixo, a poupança e o Tesouro Direto não fazem mais sentido. Mas os fundos de crédito privado estão pagando bons prêmios e a procura por eles cresce cada vez mais”, afirma.

A equipe da gestora trabalha com decisões colegiadas, baseadas em processos de análise profunda e realiza o monitoramento contínuo da posição das empresas emissoras de ativos de forma a poder agir de maneira acertada e ágil frente às variações do mercado.

“Nós investimos e compramos ativos emitidos por grandes companhias que são mais seguras, os recursos são investidos nos maiores players que integram nossa economia real. São as empresas mais longevas e parrudas da nossa economia e aquele spread que antigamente ficava no banqueiro passa a estar com os nossos investidores”, afirma Castro.

O gestor afirma que, com a crise causada pelo novo coronavírus, as empresas que emitem os ativos aumentaram as remunerações oferecidas no mercado, fazendo com o momento se torne uma oportunidade para investidor comprar ativos de alta qualidade e diversificar sua carteira. “A renda fixa vai continuar crescendo e terá uma vida longa daqui para frente”, finaliza.